Peço desculpa aos fiéis leitores pela infinidade de tempo que estiveram sem notícias minhas. Mas são coisas da vida de um erasmus no país onde quanto menos trabalho se tem, mais coisas fantásticas se tem de ver, e onde estas parecem nunca acabar. Neste mês que estive sem escrever voltei à Villa Adriana, para digerir um pouco melhor tudo aquilo. E aquele sítio deixa-me sempre sem saber se será a última ida. Há tanto, mas tanto para aprender por aqui que 5 anos iam parecer pouco para disfrutar, quanto mais 5 meses.
Fui a Milão. A cara Carolina estava lá para me receber melhor que ninguém, com aquela hiperactividade e simpatia que a caracteriza. A cidade revelou-se incrivelmente viva, com movimento, uma cidade de hoje (características que Roma não consegue alcançar, infelizmente). A vida da cidade, o contacto com os amigos, a insubstituível Duomo, as ruas largas, o estilo, e obviamente a noite não sairão da minha cabeça tão depressa!
Ainda deu tempo para ir ao Lago di Como ver as obras do G. Terragni e admirar as vistas, sempre cheio de frio, com neve na cabeça!
O trabalho aumenta, os fins de semana diminuem de tamanho (de 4 para 3 dias), sempre ao bom ritmo romano. Até se pensa começar a projectar antes do Natal! As greves seguem-se umas às outras, a imprevisibilidade já faz parte da rotina. As visitas que se seguem são a Xana e Ana Marta, que prometem trazer-me um pouco dos ares de casa que fazem falta, e dar uns bons giros pela cidade onde sempre se volta.
Entretanto adoptei um novo look. Por me ter esquecido da lâmina de barbear quando fui a Milão, acabei por deixar a barba crescer. Depois de duas semanas de uma irritante comichão, já parece uma barba de 3 dias em condições!
Natal? ainda não chegou aqui... pelo que percebo os romanos não são muito de luzinhas e dessas coisas... é que dá muito trabalho andar em cima de um escadote a pendurar luzinhas!
Prometo esforçar-me para escrever mais vezes.
Abraços a todos, muito especiais à família.
Fui a Milão. A cara Carolina estava lá para me receber melhor que ninguém, com aquela hiperactividade e simpatia que a caracteriza. A cidade revelou-se incrivelmente viva, com movimento, uma cidade de hoje (características que Roma não consegue alcançar, infelizmente). A vida da cidade, o contacto com os amigos, a insubstituível Duomo, as ruas largas, o estilo, e obviamente a noite não sairão da minha cabeça tão depressa!
Ainda deu tempo para ir ao Lago di Como ver as obras do G. Terragni e admirar as vistas, sempre cheio de frio, com neve na cabeça!
O trabalho aumenta, os fins de semana diminuem de tamanho (de 4 para 3 dias), sempre ao bom ritmo romano. Até se pensa começar a projectar antes do Natal! As greves seguem-se umas às outras, a imprevisibilidade já faz parte da rotina. As visitas que se seguem são a Xana e Ana Marta, que prometem trazer-me um pouco dos ares de casa que fazem falta, e dar uns bons giros pela cidade onde sempre se volta.
Entretanto adoptei um novo look. Por me ter esquecido da lâmina de barbear quando fui a Milão, acabei por deixar a barba crescer. Depois de duas semanas de uma irritante comichão, já parece uma barba de 3 dias em condições!
Natal? ainda não chegou aqui... pelo que percebo os romanos não são muito de luzinhas e dessas coisas... é que dá muito trabalho andar em cima de um escadote a pendurar luzinhas!
Prometo esforçar-me para escrever mais vezes.
Abraços a todos, muito especiais à família.