Bem, depois de duas entregas e muitas coisas exepcionais, como é hábito por aqui, pequei na mochila e fui viajar para o sul. O itinerário incluia Lecce, Ostuni, Martina Franca, Ceglie Massapica, Locorotondo, Alberobello e Bari. Tudo isto em 3 dias. A minha companhia para esta viagem infelizmente ficou doente e não pôde ir... mas o Francisco não baixou os braços e preparou uma mochila com MUITO pouca coisa e lançou-se à aventura!
Aquela região (em Português: Apúlia) é incrível pela mistura de influências que tem de todo o lado. O médio Oriente (principalmente Constantinopla) tiveram por ali imensa influência, e obviamente os árabes, bem como a zona da Albânia.
Assim nasceu a Tarantella (em Taranto), o dialecto pugliese e uma enorme propensão para o roubo.
Em Lecce pude ver uma cidade barroca num contexto rural, com uma clara mística árabe e motivos exóticos, com alguma presença ortodoxa. Ostuni é mais árabe e mais branca que a nossa Alfama. Locorotondo é menos árabe que Ostuni e menos interessante também. Alberobello é UNESCO mas é uma banhada. Apesar de tudo vale a pena ir lá ver os Trulli. Bari tem pouco interesse para alémda grande presença ortodoxa, de duas igrejas de fundação paleocristã onde, numa delas, assisti a um fabuloso concerto (Alleluia Tropus, em prima assoluta!) composto e dirigido por Arvo Pärt. Enfim, uma sorte descomunal.
Fram 3 dias, 4 noites (só uma delas é que foi dormida numa cama), 11 combóios, muitas sandes e sumos, muito sono e frio.
Muitas saudades de casa (e de tudo o que isso implica!). Até amanhã!
domingo, 21 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Um mês depois
Peço desculpa aos fiéis leitores pela infinidade de tempo que estiveram sem notícias minhas. Mas são coisas da vida de um erasmus no país onde quanto menos trabalho se tem, mais coisas fantásticas se tem de ver, e onde estas parecem nunca acabar. Neste mês que estive sem escrever voltei à Villa Adriana, para digerir um pouco melhor tudo aquilo. E aquele sítio deixa-me sempre sem saber se será a última ida. Há tanto, mas tanto para aprender por aqui que 5 anos iam parecer pouco para disfrutar, quanto mais 5 meses.
Fui a Milão. A cara Carolina estava lá para me receber melhor que ninguém, com aquela hiperactividade e simpatia que a caracteriza. A cidade revelou-se incrivelmente viva, com movimento, uma cidade de hoje (características que Roma não consegue alcançar, infelizmente). A vida da cidade, o contacto com os amigos, a insubstituível Duomo, as ruas largas, o estilo, e obviamente a noite não sairão da minha cabeça tão depressa!
Ainda deu tempo para ir ao Lago di Como ver as obras do G. Terragni e admirar as vistas, sempre cheio de frio, com neve na cabeça!
O trabalho aumenta, os fins de semana diminuem de tamanho (de 4 para 3 dias), sempre ao bom ritmo romano. Até se pensa começar a projectar antes do Natal! As greves seguem-se umas às outras, a imprevisibilidade já faz parte da rotina. As visitas que se seguem são a Xana e Ana Marta, que prometem trazer-me um pouco dos ares de casa que fazem falta, e dar uns bons giros pela cidade onde sempre se volta.
Entretanto adoptei um novo look. Por me ter esquecido da lâmina de barbear quando fui a Milão, acabei por deixar a barba crescer. Depois de duas semanas de uma irritante comichão, já parece uma barba de 3 dias em condições!
Natal? ainda não chegou aqui... pelo que percebo os romanos não são muito de luzinhas e dessas coisas... é que dá muito trabalho andar em cima de um escadote a pendurar luzinhas!
Prometo esforçar-me para escrever mais vezes.
Abraços a todos, muito especiais à família.
Fui a Milão. A cara Carolina estava lá para me receber melhor que ninguém, com aquela hiperactividade e simpatia que a caracteriza. A cidade revelou-se incrivelmente viva, com movimento, uma cidade de hoje (características que Roma não consegue alcançar, infelizmente). A vida da cidade, o contacto com os amigos, a insubstituível Duomo, as ruas largas, o estilo, e obviamente a noite não sairão da minha cabeça tão depressa!
Ainda deu tempo para ir ao Lago di Como ver as obras do G. Terragni e admirar as vistas, sempre cheio de frio, com neve na cabeça!
O trabalho aumenta, os fins de semana diminuem de tamanho (de 4 para 3 dias), sempre ao bom ritmo romano. Até se pensa começar a projectar antes do Natal! As greves seguem-se umas às outras, a imprevisibilidade já faz parte da rotina. As visitas que se seguem são a Xana e Ana Marta, que prometem trazer-me um pouco dos ares de casa que fazem falta, e dar uns bons giros pela cidade onde sempre se volta.
Entretanto adoptei um novo look. Por me ter esquecido da lâmina de barbear quando fui a Milão, acabei por deixar a barba crescer. Depois de duas semanas de uma irritante comichão, já parece uma barba de 3 dias em condições!
Natal? ainda não chegou aqui... pelo que percebo os romanos não são muito de luzinhas e dessas coisas... é que dá muito trabalho andar em cima de um escadote a pendurar luzinhas!
Prometo esforçar-me para escrever mais vezes.
Abraços a todos, muito especiais à família.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Sorella Carina
Pois é, a minha irmã veio a Roma! Como era de esperar, foi óptimo estar com ela! Já não passava uns dias com ela há largos meses. Sorridente como sempre lá veio ela das holandas apanhar um bom sol romano para não se esquecer de como é bom viver cá em baixo. Foram dias de visitas intensas, a calcorrear a cidade toda. Fomos a todos os sítios que importam, jantámos com a Lisa, a amiga romana da minha irmã, jantámos nuns aperitivi, e matámos algumas (poucas) das muitas saudades!
No dia em que a minha irmã partiu, chegou a chuva, não sei se por graça do São Pedro, ou se por piada do Bill Withers (Ain't no sunshine when she's gone!). E piorou. Ontem a cidade, por inspiração a Veneza (ou a Amesterdão) transformou-se num lago gigante. Claro que o Francisco estava na rua, a vir das aulas, e chegou a casa mais molhado que roupa saída de uma máquina sem centrifugação.
Sorte das sortes foi vir parar ao Maio de '68 deste século aqui em Itália. Estão os estudantes e professores todos em protesto contra o amigo Berlusconi, tendo este declarado estado de Polizia. Está mesmo grave. Um ex-ministro já declarou ser a favor de intervenção policial violenta... e a polícia de choque está na rua! Eu, na minha calma, vou ás aulas (que às vezes há!) contornando tudo. Espero que corra tudo bem.
No dia em que a minha irmã partiu, chegou a chuva, não sei se por graça do São Pedro, ou se por piada do Bill Withers (Ain't no sunshine when she's gone!). E piorou. Ontem a cidade, por inspiração a Veneza (ou a Amesterdão) transformou-se num lago gigante. Claro que o Francisco estava na rua, a vir das aulas, e chegou a casa mais molhado que roupa saída de uma máquina sem centrifugação.
Sorte das sortes foi vir parar ao Maio de '68 deste século aqui em Itália. Estão os estudantes e professores todos em protesto contra o amigo Berlusconi, tendo este declarado estado de Polizia. Está mesmo grave. Um ex-ministro já declarou ser a favor de intervenção policial violenta... e a polícia de choque está na rua! Eu, na minha calma, vou ás aulas (que às vezes há!) contornando tudo. Espero que corra tudo bem.
domingo, 19 de outubro de 2008
Badabum TCHA TCHA
Passou algum tempo sem escrever. Cada vez e mais dificil escrever em português! Os apontamentos das aulas sao uma piada, estão escritos na minha nova lingua: luso-italiano. Por isso peço desculpa por eventuais sbagli.
Estes dias foram incríveis. Entre os momentos mais marcantes está a festa (em versão aperitivi) em casa dos meus amigos franceses. O Maxime e o Gael vivem na cobertura de um edifício na Via Cavour e fizeram lá uma festa fantástica. A vista é fenomenal: Coliseu, Vittorio Emanuelle e muitas antenas de tv. Passei a noite a falar francês e italiano com belgas e franceses, com a minha fluidez a melhorar ao passar das horas pelo relógio e das cervejas Peroni pela glote! Obviamente que a noite acabou tarde e o dia seguinte começou muito tarde. Nesse dia, para estar presente nesta festa, faltei a outra: os anos da Leonor Uva, pelo que peço desculpas públicas!
No dia seguinte houve um concerto oferecido pela MTV, onde no cartaz constavam uns itlianos quaisquer, o lamechas do John Legend e os THE CURE!!!! ...e mais não digo.
Este fim de semana, na sexta feira, a minha flatmate Margarida Carmona fez anos. Houve jantar cá em casa com direito a 18 portugueses e uma belga (viva a francofonia!). Foi muito bom estar com a comunidade lusa num jantar tão delicadamente preparado. A noite acabou cedo, porque não dominamos a noite da cidade e um grupo tão grande arrisca-se sempre a não entrar nas discotecas. Nessa mesma noite decidi partir na manhã seguinte para o norte: Firenze!
Firenze é absolutamente incrível... não há palavras. Ainda deu tempo para passarmos (acidentalmente) por Pisa para tirar uma foto a agarrar a torre.
As aulas! Havia duas hipóteses: um professor de projecto panhonhas diplomado em ENGENHARIA (???) muito pouco exigente, ou uma professora exigentissima ARQUITECTA (!) que sabe o que é importante na ARQUITECTURA (!). É verdade. Ainda tive dúvidas. É que em erasmus deve ser óptimo nunca ter de trabalhar. Mas a minha consciencia falou mais forte e fiquei com a ARQUITECTA. Não posso arruinar o meu currículo com um INGEGNERIO como professor de projecto.
AH! esta escolha deu-se depois de um acontecimento muito interessante. O melhor professor de projecto chama-se Marcelloni. Obviamente que fui para a aula dele. No fim da aula fui falar com a assistente do senhor (porque o senhor ainda não se dignou a aparecer na faculdade) para dar sinal da minha existência e informar do meu desejo de fazer a cadeira. Desejo que não passou disso porque o que obtive de resposta foi um simpatiquíssimo 'Marcelloni non voglie erasmus!'. Ah tah, obrigado.
Deliciem-se com fotos, já que insistem em não vir a Roma. (ainda não tenho as fotos da festa dos franceses)
Estes dias foram incríveis. Entre os momentos mais marcantes está a festa (em versão aperitivi) em casa dos meus amigos franceses. O Maxime e o Gael vivem na cobertura de um edifício na Via Cavour e fizeram lá uma festa fantástica. A vista é fenomenal: Coliseu, Vittorio Emanuelle e muitas antenas de tv. Passei a noite a falar francês e italiano com belgas e franceses, com a minha fluidez a melhorar ao passar das horas pelo relógio e das cervejas Peroni pela glote! Obviamente que a noite acabou tarde e o dia seguinte começou muito tarde. Nesse dia, para estar presente nesta festa, faltei a outra: os anos da Leonor Uva, pelo que peço desculpas públicas!
No dia seguinte houve um concerto oferecido pela MTV, onde no cartaz constavam uns itlianos quaisquer, o lamechas do John Legend e os THE CURE!!!! ...e mais não digo.
Este fim de semana, na sexta feira, a minha flatmate Margarida Carmona fez anos. Houve jantar cá em casa com direito a 18 portugueses e uma belga (viva a francofonia!). Foi muito bom estar com a comunidade lusa num jantar tão delicadamente preparado. A noite acabou cedo, porque não dominamos a noite da cidade e um grupo tão grande arrisca-se sempre a não entrar nas discotecas. Nessa mesma noite decidi partir na manhã seguinte para o norte: Firenze!
Firenze é absolutamente incrível... não há palavras. Ainda deu tempo para passarmos (acidentalmente) por Pisa para tirar uma foto a agarrar a torre.
As aulas! Havia duas hipóteses: um professor de projecto panhonhas diplomado em ENGENHARIA (???) muito pouco exigente, ou uma professora exigentissima ARQUITECTA (!) que sabe o que é importante na ARQUITECTURA (!). É verdade. Ainda tive dúvidas. É que em erasmus deve ser óptimo nunca ter de trabalhar. Mas a minha consciencia falou mais forte e fiquei com a ARQUITECTA. Não posso arruinar o meu currículo com um INGEGNERIO como professor de projecto.
AH! esta escolha deu-se depois de um acontecimento muito interessante. O melhor professor de projecto chama-se Marcelloni. Obviamente que fui para a aula dele. No fim da aula fui falar com a assistente do senhor (porque o senhor ainda não se dignou a aparecer na faculdade) para dar sinal da minha existência e informar do meu desejo de fazer a cadeira. Desejo que não passou disso porque o que obtive de resposta foi um simpatiquíssimo 'Marcelloni non voglie erasmus!'. Ah tah, obrigado.
Deliciem-se com fotos, já que insistem em não vir a Roma. (ainda não tenho as fotos da festa dos franceses)
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Lasciatemi dormire!
A minha vida é uma canseira. Estes anormais destes italianos são a coisinha menos prática que já se inventou. Cada cartão que se tem de tirar (são uns 4) demoram uma tarde ou uma manhã inteira a tirar. Filas intermináveis, impressos, tudo muita longe! A faculdade começou 2a feira. Fazer um horário é uma dor de cabeça! Juntamente com o facto de se ser um erasmus, que não é a raça mais apreciada pelos professores!
O que tenho feito é ir a aulas de várias cadeiras pa ver se os professores são amici degli erasmus, e se interessa o que se faz na cadeira, falar com o professor. No fundo é experimentar uma faculdade. É porreiro! As pessoas falam a cantar, o bar da faculdade é uma máquina automática, a faculdade fica no meio de um dos monsantos cá do sítio (pa variar um bocadinho), e o melhor é que fica a 6km e 400m da minha casa (que fica ao pé dos bares da noite), distância que eu faço todos os santos dias de bicicleta logo depois de acordar. Mas é tudo óptimo, algumas coisas custam muito, principalmente por não dominar a língua e medos em relação a equivalências, à possibilidade de chumbar, de fazer trabalhos de grupo em italiano, de fazer orais e frequências.
Uns tipos franceses pediram-me ajuda na escolha de disciplinas, eu disse-lhes que sou erasmus (que não sou italiano e que estou tão bem como eles), e juntámo-nos todos e fomos beber copos pa trastevere até tarde demais. No outro dia luta-se contra o sono e a dor de cabeça e chega-se à faculdade à aula das 8:30, depois dos tais 6400m de bicicleta, que mais parecem 12000. E tudo se repete!
Mas coitadinho de mim que estou em Roma! E tenho de passar todos os dias por aquela miséria que é o panteão, e me tenho divertido pa caraças, e tenho mais nomes estranhos na lista telefónica que o relações públicas de um bar mitzvah, e tenho misturado tudo o que aprendi em todas as aulas que tive de línguas portuguesa, inglesa, francesa, espanhola e italiana...
Ah! ...e não levem a mal aquela história de não ter saudades. Elas hão-de chegar! um dia... talvez! :P
Não tenho aqui fotos nenhumas de jeito pa por aqui. prometo que ponho amanhã. ou depois...
O que tenho feito é ir a aulas de várias cadeiras pa ver se os professores são amici degli erasmus, e se interessa o que se faz na cadeira, falar com o professor. No fundo é experimentar uma faculdade. É porreiro! As pessoas falam a cantar, o bar da faculdade é uma máquina automática, a faculdade fica no meio de um dos monsantos cá do sítio (pa variar um bocadinho), e o melhor é que fica a 6km e 400m da minha casa (que fica ao pé dos bares da noite), distância que eu faço todos os santos dias de bicicleta logo depois de acordar. Mas é tudo óptimo, algumas coisas custam muito, principalmente por não dominar a língua e medos em relação a equivalências, à possibilidade de chumbar, de fazer trabalhos de grupo em italiano, de fazer orais e frequências.
Uns tipos franceses pediram-me ajuda na escolha de disciplinas, eu disse-lhes que sou erasmus (que não sou italiano e que estou tão bem como eles), e juntámo-nos todos e fomos beber copos pa trastevere até tarde demais. No outro dia luta-se contra o sono e a dor de cabeça e chega-se à faculdade à aula das 8:30, depois dos tais 6400m de bicicleta, que mais parecem 12000. E tudo se repete!
Mas coitadinho de mim que estou em Roma! E tenho de passar todos os dias por aquela miséria que é o panteão, e me tenho divertido pa caraças, e tenho mais nomes estranhos na lista telefónica que o relações públicas de um bar mitzvah, e tenho misturado tudo o que aprendi em todas as aulas que tive de línguas portuguesa, inglesa, francesa, espanhola e italiana...
Ah! ...e não levem a mal aquela história de não ter saudades. Elas hão-de chegar! um dia... talvez! :P
Não tenho aqui fotos nenhumas de jeito pa por aqui. prometo que ponho amanhã. ou depois...
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
2 semanas? só??
Incrível! Só agora é que me apercebi que só estou cá há duas semanas! incrível. Pareceu um mês! Bem, antes de tudo peço desculpa por não ter saudades de ninguém (o que não deixa de ser normal em duas semanas!). Resumindo muito muito estas duas semanas (não me canso de achar incrível serem só duas semanas) cheguei, fiquei alojado num hostel durante os primeiros dias, fiz umas 3 maratonas com as malas, malinhas e malões por toda a cidade, ao sol à chuva e ao vento, tentei meter-me com espanhóis pa partilhar casa e desisti da ideia, apercebi-me da dificuldade em arranjar casa e rendi-me aos portugueses. Tive muita sorte. Fiquei alojado numa casa óptima com vista para a linha de caminho de ferro, a partilhar com umas miúdas fantásticas, vizinho de pessoal incrível, num bairro impecável.
Agora para todos os que me chateiam com a história da carta: Já conduzo na cidade! Já tenho veículo! COMPREI UMA BICICLETA!!! hehehehehe
É óptimo andar pela cidade de bicileta. É rápido, livre e posso parar onde quiser para desenhar ou descansar ou qualquer outra coisa. Já calcurreei toda uma cidade na cognac (é o brasão da família dela (da bicicleta)).
Já fiz imensa coisa! já fui a Tivoli, já saí à noite, já fiz um teste de italiano com direito a oral e tudo, já fui ao cinema do Nanni Moretti, ... ... ...
Saudades? nem por isso.
Agora para todos os que me chateiam com a história da carta: Já conduzo na cidade! Já tenho veículo! COMPREI UMA BICICLETA!!! hehehehehe
É óptimo andar pela cidade de bicileta. É rápido, livre e posso parar onde quiser para desenhar ou descansar ou qualquer outra coisa. Já calcurreei toda uma cidade na cognac (é o brasão da família dela (da bicicleta)).
Já fiz imensa coisa! já fui a Tivoli, já saí à noite, já fiz um teste de italiano com direito a oral e tudo, já fui ao cinema do Nanni Moretti, ... ... ...
Saudades? nem por isso.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
